10 dicas para você parar de perder dinheiro AGORA

25 de fevereiro / 2022 (atualizado)

Saiba como parar de perder dinheiro a partir de mudanças práticas nos seus hábitos de consumo!

Nada mais chato do que você checar sua carteira ou a sua conta-corrente e se dar conta de que o mês ainda está longe de acabar, mas seu dinheiro já está por um fio, não é mesmo? E o pior de tudo: o motivo disso não são as suas despesas fixas, mas aquelas avulsas que ocorrem no dia a dia. Justamente por isso, muitos brasileiros se pegam questionando como parar de perder dinheiro, apesar de não entender ao certo como isso está acontecendo.

Foi a partir daí que listamos 10 dicas do que fazer para colocar fim a maus hábitos com o dinheiro que estão comprometendo seu orçamento. Acompanhe e saiba quais são!

1. Assinar streaming que não assiste

Seja em períodos de lançamento, seja em períodos promocionais, muitas pessoas acabam impulsionadas a assinar serviços de streaming. A grande questão é que o conteúdo do serviço nem sempre é o que elas, de fato, gostam de acompanhar.

Daí já viu: mesmo que um deles custe apenas R$ 9,90 por mês, em um ano você está gastando R$ 118,80. E se houver mais streamings, essa despesa cresce ainda mais.

Por isso, antes de assinar qualquer serviço, reflita se você vai consumir aquilo que está pagando. Outra dica interessante é checar com amigos e conhecidos se eles têm interesse em dividir as contas com você. Assim, você consegue assinar um pacote melhor, que dá direito a mais telas, ao mesmo tempo em que reduz os custos.

2. Não verificar a nota fiscal

Não importa qual compra seja: sempre peça e verifique a nota fiscal. O motivo disso é simples: em estabelecimentos e pontos de venda com grande circulação, é possível que o caixa ou vendedor que não passe o troco certo. Portanto, quando isso se repete ao longo do tempo, você começa a perder dinheiro e não consegue identificar a razão.

Outro acontecimento comum é que por falta de controle, estabelecimentos cobrem preços diferentes dos que constam nas gôndolas. Com as notas em mãos, você consegue checar item por item.

3. Investir mal o próprio dinheiro

Se você realiza investimentos motivados pelo o que os outros fazem com o dinheiro deles, pare agora. Ao fazer isso, você fica suscetível a perder uma parte da sua renda por descuido ou desconhecimento de como os programas de investimentos funcionam.

O ideal é conhecer qual o seu perfil de investidor (conservador, moderado ou agressivo) e, a partir daí, pesquisar quais alternativas se encaixam nas suas necessidades de ganho.

4. Ser mão aberta por exibicionismo

Não ceda ao hábito de se exibir nas redes sociais para “provar” suas conquistas, seu estilo de vida ou seu padrão financeiro, ainda mais se está ganhando pouco. Tenha em mente que as redes sociais são totalmente editáveis.

Logo, cada pessoa pode escolher e manipular o que quer mostrar aos demais. Em vez de se preocupar em postar, foque no viver, no experimentar. Ao usar os seus perfis, faça deles um álbum de recordações de grandes momentos. Não uma batalha de egos sem fim.

5. Contratar serviços não utilizados

Se você paga por um serviço e faz uso dele, não há problema. Porém, quando contrata vários e só os utiliza uma vez, o seu dinheiro é desperdiçado — e isso afeta seu orçamento. Por isso, passe um pente fino em tudo aquilo que assina, como jornal online, TV a cabo, programa de hospedagem, inscrições VIP em delivery etc. Essa iniciativa, inclusive, é um ótimo início para parar de viver para pagar contas.

6. Comprar o que está na promoção sem necessidade

O mesmo que falamos no primeiro tópico vale aqui: cuidado com as aquisições por impulso, ainda mais ao comprar parcelado, para não ter que se preocupar depois em como sair do vermelho. Afinal, não é porque um produto ou serviço está em promoção que você precisa adquiri-lo.

Quando uma situação assim ocorrer, pare e pense na urgência de comprá-lo, se você tem dinheiro disponível para isso, se vai ser preciso usar alguma linha de crédito e, em especial, se já há dívidas pendentes. Quanto mais você racionaliza o seu consumo, mais fácil de resistir às tentações de gastar à toa ou movido pelas variações de humor.

7. Preferir produtos de baixa qualidade por serem mais baratos

Sabe quando você tem duas opções para comprar e acaba preferindo aquela que é mais barata, mesmo sendo visivelmente de baixa qualidade? Pois é, aqui vai um ensinamento de educação financeira: embora você ache que está economizando com essa escolha, a verdade é que está só aumentando os seus gastos.

Isso porque produtos assim não se resumem apenas ao mau acabamento ou ao funcionamento que deixa a desejar. Eles também são mais frágeis e têm baixa durabilidade. Portanto, em pouco tempo você precisará trocá-lo tendo que comprar um novo item. Então, invista em custo-benefício, não só em preço.

8. Comer na rua diariamente

Não são poucas as pessoas que têm o hábito de comer na rua, desde simples lanches ao longo do dia até o café da manhã. Isso é ainda mais comum quando há food trucks, lanchonetes e barracas de comida perto do trabalho.

A questão é que, ao optar por esse caminho, você acaba tendo um gasto extra que pode pesar bastante no seu bolso. Por exemplo, um lanche diário que custa R$ 5,00, que representa um gasto mensal (considerando só dias úteis) de R$ 110,00. Por isso, corte essa despesa e comece a fazer marmitas em casa para levar ao trabalho.

9. Comprar remédios pela marca do laboratório

Quando se trata de saúde, o uso de remédios é bem comum. Por isso, caso você necessite de uma medicação, pesquise se há a versão genérica.

Você vai notar que pode reduzir seus gastos (e não é pouco) ao substituir aquele velho hábito de só comprar fármacos de marca A ou B. Em alguns casos, a economia pode chegar a 90%.

Por exemplo, em vez de comprar um colírio para síndrome do olho seco que custa R$ 30,00, gastando cerca de R$ 360,00 por ano, você tem como pagar R$ 15,00, poupando nada mais, nada menos que R$ 180,00, no mesmo período.

10. Sair para lugares que cobram entrada

Para poupar dinheiro, você não precisa abrir mão dos seus momentos de lazer e distração. O segredo está em adaptar as suas saídas com cônjuge, família, amigos, colegas de trabalho etc. Por exemplo, em vez de ir a passeios que cobram não apenas pelo consumo, mas também pela entrada dos frequentadores, vá a locais sem este custo extra. Seu bolso vai gostar de não perder dinheiro!

Como mostrado, há diversos hábitos que o fazem perder dinheiro na rotina — e o pior: muitas vezes, você nem mesmo percebe isso. Portanto, comece já a rever as suas despesas, controlando-as com uma planilha de gastos e mudando aqueles costumes que só servem para atrapalhar sua vida financeira. Sem dúvidas, nossas dicas serão bastante úteis nesse processo, viu?

E se curtiu o assunto deste post, compartilhe-o nas suas redes sociais. Assim, mais gente pode começar a entender e corrigir o próprio orçamento para melhor!

Gabriella Araujo

por Gabriella Araujo