Como conseguir um bom acordo na negociação da sua dívida?

28 de agosto / 2020 (atualizado)

As dívidas são um problema de tirar o sono. Credores ligando, juros se multiplicando e nome sujo geram muita angústia e ansiedade. Esse cenário ainda costuma atrapalhar a realização de sonhos e reduzir a oferta de créditos no futuro.

É por isso que procurar um acordo de dívida é uma das melhores maneiras de reencontrar a tranquilidade. Com o apoio de uma empresa especializada, então, você consegue descontos, parcelamentos amigáveis e diversas outras vantagens que permitem organizar a sua vida financeira.

Quer saber mais sobre esse assunto? Acompanhe a leitura e entenda como conseguir um bom acordo na negociação da sua dívida para deixar suas contas emDia!

Por que a negociação de dívidas é tão importante?

Ter dívidas é muito ruim para o seu bolso, pois, além de você ter que pagar juros de forma desnecessária, perde o controle das finanças pessoais. Então, o quanto antes você conseguir ficar com o nome limpo, melhor.

A negociação evita que as dívidas se acumulem e fiquem impossíveis de pagar. Isso quer dizer que essa é a melhor alternativa para manter o planejamento financeiro em dia.

Por meio dela, é possível obter condições mais viáveis para quitar débitos, como redução da taxa de juros e de multas, diminuição do valor das parcelas e prazos maiores de pagamento.

É comum que os consumidores que atrasam os pagamentos encontrem mais dificuldades para ter acesso ao crédito e obter novos produtos no futuro. O bom é que buscar a negociação ajuda a aumentar a sua credibilidade no mercado.

Em geral, esses benefícios são oferecidos porque o devedor deseja realmente quitar seu débito — e o credor, é claro, tem o interesse de receber e manter uma boa relação com o cliente. Afinal, nem sempre a inadimplência é proposital, e qualquer um pode passar por essa situação em algum momento.

Como conseguir um bom acordo de renegociação de dívida?

Não é tão incomum que ocorram imprevistos, o que pode resultar em dívidas atrasadas. A partir daí, começam as cobranças insistentes por todos os meios de comunicação, eventuais restrições de crédito e muitos outros transtornos que atrapalham nosso bem-estar e tranquilidade.

Nesses casos, fazer um acordo de dívida é uma alternativa muito viável para quem realmente quer pagar as contas rapidamente e se livrar do problema. Se você está em busca dessa solução, não deixe de acompanhar as dicas a seguir, para ver como encontrar as melhores condições!

Conheça bem a sua situação

Você sabe exatamente qual é o valor da sua dívida e a quem está devendo? Antes de qualquer coisa, é importante colocar tudo no papel — empréstimos, financiamentos, contas de cartão de crédito, despesas de casa, entre outros gastos. Assim, você vai ter mais certeza sobre a sua situação real.

Isso vai ajudar tanto no cálculo do saldo devedor quanto na apresentação de uma proposta ao credor para a quitar a sua dívida.

Outra coisa importante é analisar o seu orçamento mensal. Ou seja, tudo o que entra e sai da sua conta bancária todo mês. Assim, você pode controlar melhor as suas despesas e determinar onde precisa cortar os gastos.

Entre em contato com o credor

Depois de listar suas dívidas e conhecer a sua realidade financeira, é hora de entrar em contato com o credor para conseguir um bom acordo da sua dívida. Fazer isso demonstra boa-fé e vai garantir maior liberdade de negociação do que, por exemplo, aceitar propostas prontas.

Aproveite a oportunidade para entender como está a sua dívida. Assim, você vai conseguir separar o que realmente foi gasto e o que são juros e outras taxas embutidas na obrigação. Com essas informações em mãos, fica mais fácil chegar a uma solução boa o bastante para todas as partes!

Dê preferência para pagamentos à vista

Geralmente, o valor à vista de uma negociação de dívidas é bem mais atraente do que o parcelamento, principalmente pelos descontos que você consegue. Por isso, sempre que der, faça os pagamentos à vista. Ficar livre da dívida com uma única parcela é o ideal, porque, assim, você não vai mais ter que se preocupar nos meses seguintes.

Mas avalie se o valor realmente cabe no seu bolso e só escolha essa opção se o pagamento não comprometer a sua segurança financeira, ok? Quitar uma dívida de uma só vez, mas não conseguir pagar uma outra conta pode só criar mais um problema.

Estabeleça um limite para as parcelas

Não adianta firmar um acordo de dívida se você não tiver condições de arcar com o que foi combinado. Então, você tem que fazer um levantamento bem realista das suas contas, para poder descobrir qual é o valor máximo de parcela que seu orçamento comporta.

É claro que, como a gente já viu aqui, pagar em menos vezes costuma render descontos interessantes, mas isso não serve de nada se estiver além da sua capacidade financeira no momento. O melhor é escolher uma parcela menor e renegociar mais adiante, caso sua situação financeira fique mais confortável.

Leia o contrato com atenção

O contrato é o documento que contém todos os termos da negociação. Se alguma coisa der errado ou ocorrer algum imprevisto, é com base nele que tanto você quanto sua credora — e até o Poder Judiciário, em casos mais extremos — vão se orientar.

O problema é quando, na prática, algumas cláusulas são um pouco diferentes do que foi combinado no boca a boca. Como você pode imaginar, a consequência disso é uma baita dor de cabeça.

Por isso, antes de assinar qualquer coisa, você vai precisar ler tudo com muita atenção e até pedir a opinião de um advogado. Esse profissional vai saber dizer se as cláusulas estão redigidas de forma correta e se o documento está de acordo com a legislação vigente.

Isso tudo pode até dar um pouco de trabalho, mas, assim, você fica tranquilo e não corre riscos desnecessários. Não tenha dúvidas de que vai valer a pena!

Peça descontos

Ao negociar um acordo de dívida, os credores costumam apresentar propostas padronizadas. Mas é melhor não ir por aí. O mais conveniente é que você peça descontos e barganhe ao máximo, demonstrando interesse em resolver a situação definitivamente.

Por isso, quanto mais informações você reunir sobre a natureza do débito, melhor. Essa dica é muito importante especialmente para quem pretende realizar o pagamento à vista. Nesses casos, em geral, a dívida pode ser reduzida em mais de 70%, sabia?

Negocie com parceiros de confiança

Existem algumas empresas que podem auxiliar na hora de negociar as suas dívidas, como as que prestam serviços de recuperação e proteção de crédito. Por meio delas, você consegue consultar as suas dívidas e renegociar o valor devido. Além disso, muitas instituições costumam flexibilizar os pagamentos e até oferecer bons descontos, sobretudo para pagamentos à vista.

Vale destacar que algumas empresas desse segmento oferecem soluções totalmente digitais, para dar liberdade e flexibilidade para as pessoas quitarem suas dívidas online. Isso facilita o processo e evita o cansaço que vem do excesso de ligações — e tudo com a segurança, a praticidade e a comodidade de que você precisa!

Aproveite feirões e campanhas de desconto

De modo geral, os feirões são programas de negociação de dívidas realizados pelas empresas de recuperação de crédito juntamente com seus parceiros. Tudo é feito pela própria empresa, e você tem liberdade para escolher o quanto pode pagar e qual é a data de vencimento ideal.

O principal objetivo dessa ação é ajudar os brasileiros endividados a quitar suas dívidas, o que contribui para o consumidor voltar a movimentar o mercado financeiro com o nome limpo.

Então, o feirão e as campanhas podem ser uma ótima oportunidade para obter descontos em suas dívidas. Com a negociação certa e dentro das suas possibilidades, você vai até respirar melhor.

Quais são os erros mais comuns na hora de realizar um acordo de dívida?

Durante o processo de renegociação de dívida, existem alguns erros clássicos que você não pode cometer. Eles deixam os termos da negociação onerosos demais ou resultam em ainda mais contas a pagar! Conheça alguns deles a seguir.

Aceitar vendas casadas

A venda casada é uma prática que consiste em vincular um produto à compra de outro. Ou seja, você só vai conseguir renegociar a dívida se pegar mais dinheiro emprestado ou adquirir um seguro, por exemplo.

Apesar de essa prática ser proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, ela ainda é bem comum em alguns bancos e outras instituições financeiras. Se você perceber que o credor está tentando empurrar um produto como condição para o acordo, não aceite!

Renegociar as dívidas mais baratas primeiro

Se você tem mais de uma dívida, precisa escolher bem quais delas vai negociar primeiro. Sabemos que algumas empresas podem ser mais incômodas que outras. Por isso, talvez você sinta um impulso de negociar com o credor mais insistente primeiro. Só que isso não é o mais recomendado.

O ideal é que você faça um acordo da sua dívida mais cara antes das demais. Ou seja: aquela com uma taxa de juros maior e mais difícil de pagar, ainda que esse seja o credor mais silencioso.

A dica é: fique calmo e evite agir por impulso, analisando todas as opções para, só depois, fechar um acordo.

Aceitar parcelamentos com prazos muito prolongados

Em meio à apreensão de se livrar das dívidas, muita gente aceita parcelamentos superlongos. No entanto, isso pode ser uma grande armadilha! Afinal de contas, você vai se comprometer por muitos anos e, provavelmente, pagar juros bem mais altos.

Além de essa ser uma forma de acordo cara e pouco vantajosa, ela ainda vincula você ao débito por muito tempo. Uma situação assim pode atrasar a regularização do seu crédito e impedir o financiamento de um carro ou imóvel no futuro, por exemplo.

Não analisar o custo final do acordo

Muitas vezes, ao analisarmos uma proposta de acordo de dívida, consideramos apenas o valor da parcela e o número de meses do novo contrato. Com isso, esquecemos de questionar o montante final do acordo. Só não imaginamos que deixar de observar esse valor pode significar substituir uma dívida por outra.

Em alguns casos, o custo final do parcelamento pode ser duas ou até três vezes maior do que o montante atual da sua dívida. Desse modo, pode não valer tanto a pena fechar negócio, não é?

Não considerar imprevistos

É comum que os consumidores acreditem sempre no melhor cenário e se esqueçam de prever um “plano B” para cobrir os eventuais imprevistos. Perda do emprego, gastos com saúde, reforma inesperada, consertos no carro e despesas familiares costumam afetar o pagamento das dívidas.

Por isso, o ideal é estipular o valor que você poderá pagar e reservar uma quantia mensal para cobrir urgências que podem surgir ao planejar o pagamento de dívidas. Seja cauteloso e previna-se de novas dívidas desnecessárias.

Como evitar novas dívidas?

Depois de renegociar ou quitar dívidas, é fundamental tomar alguns cuidados para evitar armadilhas que o façam se endividar novamente.

Sua primeira atitude deve ser cortar os gastos supérfluos, mantendo apenas os itens essenciais — aqueles de que não dá para abrir mão, como aluguel, impostos, luz, água, alimentação, educação e transportes. Para isso, mantenha sua planilha financeira sempre atualizada e procure economizar dinheiro todos os meses.

Outro ponto importante é reservar parte da sua renda para emergências, algo fundamental para lidar com os imprevistos. Com um valor destinado exclusivamente para essa situação, você evita fazer novos compromissos ruins para o seu bolso.

Como dito, conhecer o valor da renda e dos gastos de cada mês também é uma decisão importante. Só assim você pode definir o seu padrão de vida e onde deve cortar despesas desnecessárias, que, ao longo do tempo, podem se tornar dívidas. Portanto, organize seu orçamento, planeje-se financeiramente e mantenha o foco.

A educação financeira também pode ser relevante nesse cenário. Afinal, quando as pessoas têm consciência de suas finanças pessoais, elas evitam assumir dívidas difíceis de controlar.

A longo prazo, o essencial é aprender a lidar melhor com suas despesas e finanças em geral. Como a gente comentou, estudar sobre educação financeira vai impedir que você caia em ciladas e ajudá-lo a arcar com o acordo firmado.

Enquanto você adquire esse tipo de conhecimento, o acordo de dívida é uma ótima solução para se livrar das contas e deixar o CPF em ordem. Para isso, a emDia tem as melhores soluções, podendo negociar sua dívida com descontos de até 90%. Incrível, não é?

Além do mais, fechando sua negociação aqui na emDia, uma plataforma digital para acordos de dívida, mais do que o desconto, você pode contar com todas as facilidades que uma plataforma digital oferece para acabar com suas dívidas e levar a você rumo à liberdade financeira.

Para saber como funciona todo o processo de renegociação de dívida pela empresa, você pode acessar o nosso tutorial em vídeo. Confira abaixo:

E aí, está esperando o quê para realizar um acordo de dívida e sair do vermelho? Entre em contato com a gente e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto. Esperamos por você!

emDia

por emDia