O que pagar primeiro? O guia para priorizar as dívidas na hora do pagamento

20 de agosto / 2021 (atualizado)

Chega o fim do mês e você tem que pagar contas (de luz, de água, o gás e o aluguel). A fatura do cartão de crédito fechou acima do planejado. E ainda tem as parcelas atrasadas do acordo com um credor. Nessas horas, é difícil não se estressar. Mas há como resolver a situação se você souber como priorizar as dívidas.

Se esse cenário parece familiar para você, não precisa se preocupar: você não é o único vivendo assim. Na verdade, mais pessoas passam por situações desse tipo do que não passam. De acordo com dados da CNC, 67,5% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida. Um percentual grande, não é mesmo?

Por mais complicada que a situação pareça hoje, é possível dar um jeito com um pouco de planejamento financeiro, disciplina e estratégia. Quer aprender a priorizar dívidas do jeito certo e começar a colocar a sua vida financeira em ordem? Nós fizemos um vídeo que ensina tudo que você precisa saber:

Quer ainda mais dicas? Então continue lendo o nosso artigo!

Qual a diferença entre conta e dívida?

Contas ou despesas são gastos recorrentes e frequentes, que reduzem nosso orçamento. Simplificando, são nossos gastos mensais, que podem ou não ser evitados e comprometem uma parte do nosso dinheiro daquele mês.

Podemos dividir as contas em dois tipos. Veja!

As contas fixas

São aquelas que têm o mesmo valor todo mês, e que não podemos cortar ou reduzir, não importa o que aconteça. Alguns exemplos desse tipo de conta são o aluguel da casa, os financiamentos do carro ou imóveis e a passagem do transporte público.

As contas variáveis

São as contas que mudam de valor mês a mês, conforme nosso consumo. Essas contas podem ser cortadas definitivamente do orçamento ou reduzidas, justamente por seu valor depender do nosso consumo naquele mês. Alguns exemplos de contas variáveis são: luz, água, telefone, gastos com lazer, vestuário e alimentação.

Uma dívida é uma quantia que devemos para alguém, ou algo que não pagamos na data estabelecida. Quando falamos em dívidas, a expressão “nome sujo” e todas as suas consequências já vêm na nossa cabeça, não é?

Mas você sabia que nem todo mundo que tem dívidas está com o nome sujo? Vamos explicar como isso é possível.

Quando você compra parcelado, financiado ou no cartão de crédito, é como se pegasse emprestado o valor que precisa para ter o seu produto agora e pagar depois. Ou seja, você está assumindo uma dívida (isso porque passou a dever para alguém) mas que, na teoria, está sob controle e vai ser paga até uma data determinada. Se você paga as parcelas do financiamento ou do cartão dentro do prazo, seu nome continua limpo.

Agora, se você deixa de pagar contas, a fatura do cartão de crédito, algum outro compromisso mensal (luz, água, aluguel) ou alguma parcela do seu financiamento, você se torna inadimplente e, consequentemente, o seu nome fica sujo.

Portanto, o que a gente costuma chamar de “endividado” popularmente é, na verdade, alguém “inadimplente”. Isso porque qualquer pessoa que fez uma compra parcelada tem uma dívida.

Aliás, as dívidas são uma ferramenta muito útil para alcançar suas metas de consumo, como comprar um carro, uma casa ou um eletrodoméstico. Só é necessário saber como usar essa ferramenta para não se tornar um inadimplente e ter problemas financeiros.

O que eu ganho ao organizar meus pagamentos?

pilha de moedas

A organização é importante para que nenhum pagamento “passe batido”. Às vezes, você até tem a grana para pagar contas, mas, por desorganização, deixa o pagamento passar e fica inadimplente.

O maior problema disso são os juros, que correm conforme você vai deixando o tempo passar e fazem com que o valor que você devia antes se torne muito maior. Se antes você tinha como pagar, com o novo valor corrigido pelos juros pode ser que esse dinheiro deixe de ser suficiente.

Além dos já conhecidos juros, organizando os pagamentos você consegue saber quanto gasta por mês com as suas despesas, o que dá para cortar, o que foi comprado por impulso, e até se sobra dinheiro para o parcelamento de um acordo de renegociação de dívidas.

Esses são ótimos motivos, não? Se você ainda não se convenceu, façamos uma conta simples para entender como é vantajoso estar sempre com seus pagamentos organizados sem precisar priorizar as dívidas.

Suponha que a sua fatura de cartão de crédito desse mês venha em R$ 1.000,00. No entanto, você acabou esquecendo a data de pagamento da fatura e gastou o seu dinheiro com outras coisas. Chegou o dia de vencimento da fatura e você só conseguiu pagar o valor mínimo: 15%. Isso é o equivalente a R$ 150,00. Portanto, R$ 850,00 seguiram para o rotativo do cartão.

Nesse caso, há a incidência de juros no rotativo do cartão. O problema: os juros do rotativo são os maiores do mercado! Não sabe o que isso significa? Vamos só dizer que, em outubro de 2020, os juros do rotativo chegaram a 285,7% ao ano! Isso é o equivalente a 11,9062% ao mês. Seus R$ 850,00 iriam para a fatura do próximo mês custando R$ 951,20, mais de R$ 100,00 a mais!

Como priorizar dívidas da maneira correta?

Agora que já vimos como é importante organizar as nossas contas para evitar ficar inadimplente, é hora de saber como priorizar dívidas da maneira correta. Afinal de contas, nem sempre temos dinheiro para arcar com todos os compromissos. Quando isso acontece, qual é a melhor estratégia de ação? Existe um plano básico ou o melhor é sortear os credores e pronto?

Na verdade, existe sim uma maneira estratégica de priorizar as dívidas. Pague todas as contas, antes que elas se tornem dívidas e que as dívidas te tornem um CPF inadimplente.

Afinal, as contas da casa continuam vindo todos os meses e podem formar uma bola de neve muito grande. Elas são essenciais para a nossa vida. Coisas como aluguel, conta de luz, comida e conta de água são vitais para o dia a dia e não podem ser negligenciadas.

Agora se você já tem dívidas atrasadas, primeiro recomendamos que você some todas elas e descubra o valor final e total de quanto deve. Talvez no primeiro momento, por conta do orçamento apertado, você não tenha o dinheiro necessário para pagar contas e todas as dívidas de uma só vez. Por isso é importante conhecer todos os detalhes possíveis e priorizar as mais importantes.

Para montarmos a lista de prioridades de pagamento, analisamos dois critérios: o primeiro deles é o quão essencial o pagamento é. O segundo critério é a taxa de juros que determinada falta de pagamento pode apresentar.

Portanto, veja a seguir a ordem certa para priorizar as dívidas!

Dívidas relacionadas aos serviços públicos essenciais

Aqui estamos falando do básico, ou seja, luz, água e gás. Essas dívidas estão no topo da lista, já que são serviços que podem ser cortados pelo fornecedor e impactar diretamente a sua qualidade de vida.

É importante lembrar que as empresas são obrigadas a avisar, com pelo menos 15 dias de antecedência, antes de efetuarem qualquer corte. Depois que você pagar contas, procure sempre maneiras de economizar nessas despesas para um próximo mês. Na hora de pagar dívidas, essas são as suas prioridades máximas.

Financiamento de imóvel

Caso você esteja pagando o financiamento da sua casa, ou de algum outro imóvel da família, tenha em mente que, se você não der prioridade para esse pagamento, existe um risco muito alto de você perder o bem em questão. Isso porque, na maioria dos financiamentos, o próprio imóvel é dado como garantia do empréstimo.

Portanto, quando for organizar e priorizar as dívidas, coloque o financiamento logo atrás dos débitos essenciais.

Financiamento de automóvel

O financiamento do seu carro ou da sua moto funciona da mesma forma que o de um imóvel. Ou seja, caso você deixe de pagar as parcelas, muito provavelmente o seu veículo será tomado.

Essa parcela também requer muita atenção, principalmente se você depende desse veículo para trabalhar. O único motivo de ele estar em terceiro lugar na lista é o de que o imóvel pode ser a sua moradia atual, por isso, o risco de perdê-lo é mais grave, em comparação a um veículo.

Aluguel

Caso você deixe de pagar as parcelas do aluguel, poderá ter seu nome envolvido em processos na justiça. Existe também o risco do despejo. Por isso, ele deve ter destaque na hora de priorizar as dívidas.

Lembre-se também se você colocou o nome de algum parente ou amigo como fiador desse imóvel. Pois caso tenha colocado, essa pessoa também pode sofrer algum tipo de consequência pela falta do pagamento.

Dívidas relacionadas às faturas de cartão de crédito e cheque especial

Essas são famosas pelas altíssimas taxas de juros! Deixamos elas em quinto lugar da lista, já que não envolvem perda de bens ou patrimônio para quem deve. Mas é importante lembrar que, além de pagar os juros, o devedor pode ficar com o nome sujo e ser restringido de acesso a alguns tipos de crédito.

Dívidas relacionadas às contas não essenciais

Telefone, internet, celular, TV por assinatura. Tudo isso é importante, mas não tanto quanto os demais itens da lista. Assim como o número 5, dívidas relacionadas às contas não essenciais também não têm impacto direto em bens e patrimônio. Além disso, elas costumam ter menores taxas de juros quando comparadas com produtos bancários. Elas ficam por último na hora de priorizar dívidas.

Por que priorizar as dívidas de juros mais altos?

o que é inflação

Na hora de priorizar as dívidas, com a exceção das contas que são mais essenciais, devemos dar atenção especial às dívidas com juros mais altos. Você sabe por que devemos fazer isso? Porque os juros têm o poder de encarecer as dívidas! Assim, é importante se livrar logo daquelas obrigações com maior “poder de fogo”, por assim dizer, antes que as contas fiquem mais ameaçadas.

Para mostrar como os juros mais altos fazem diferença, façamos uma pequena comparação. Suponha que você tem uma dívida de R$ 1.500,00, cuja taxa de juros é de 8,5% ao mês. Você resolve ficar um semestre sem pagá-la. Para quanto vai o débito?

Fazendo uma conta rápida e considerando os juros compostos, a sua dívida vai para R$ 2.447,20. Ou seja, em seis meses, ela aumentou 63%!

Agora, vamos supor que você tenha uma dívida maior, de R$ 1.700,00. E você também ficará um período maior sem pagá-la: um ano inteiro. No entanto, a taxa de juros é menor, de apenas 3% ao mês. Para quanto o débito crescerá?

Novamente fazendo uma conta rápida, sua dívida vai para R$ 2.423,79, um crescimento de 42%. Ou seja: não só os juros menores fizeram a dívida crescer proporcionalmente menos em mais tempo, como ainda chegaram a um valor total menor.

Portanto, depois das contas essenciais, é importante priorizar dívidas com as maiores taxas de juros. Dessa forma, você evita que o valor do débito cresça mais do que você consegue lidar. Assim fica mais fácil pagar contas ao mesmo tempo que você quita seus débitos.

Como evitar se endividar ou ficar inadimplente de novo?

Ficar inadimplente em relação às suas dívidas é uma coisa que acontece. Afinal, dados da CNC mostram que 26,7% das famílias brasileiras estão inadimplentes. Considerando que o desemprego segue em alta e estamos em crise, todos estamos com dificuldades para pagar contas e vulneráveis a ficar inadimplentes.

No entanto, é verdade que algumas pessoas estão mais vulneráveis do que outras. Isso porque existem certos hábitos que podem ajudar a aumentar a sua segurança financeira. Quer saber que hábitos são esses? Veja a seguir para aprender como evitar ficar inadimplente de novo!

Organize suas contas pessoais

Faça um bom planejamento financeiro para saber quanto gastará em cada mês. Isso permite que você saiba qual é a sua margem de manobra e faça com que pagar contas seja mais fácil.

Acompanhe os gastos mensais

Se você for acompanhando suas despesas diariamente, poderá apertar os cintos quando elas começarem a sair do eixo. Isso permitirá evitar entrar em uma situação complicada. Dá para usar aplicativos de celular para isso, sabia?

Deixe uma margem no seu orçamento

A regra 55-15-35 pode ajudar você a não ficar mais inadimplente. Basicamente, ela diz que devemos organizar nosso orçamento para gastar 55% da renda com coisas essenciais (aluguel, comida, etc.), 15% com prioridades financeiras (pagar contas, dívidas ou investir) e 35% com estilo de vida (carro, restaurantes etc.).

Tenha uma reserva financeira

Especialistas recomendam que você tenha uma reserva de emergência de aproximadamente 6 meses dos seus gastos mensais. Isso ajuda a pagar contas e arcar com gastos inesperados e a evitar que você contraia dívidas em situações imprevisíveis.

Aqui no post, nós utilizamos como exemplos as contas e dívidas da maioria dos brasileiros. Claro que os seus pagamentos podem ser diferentes dos que citamos. E caso você tenha outras dívidas não mencionadas aqui, lembre-se de priorizar aquelas que podem colocar em risco os seus bens e patrimônio (por exemplo, IPTU e a parcela de condomínio).

Como negociar suas dívidas em atraso?

Saber como priorizar as dívidas é apenas o primeiro passo para pagar contas atrasadas e limpar o seu nome. O segundo passo é sentar para conversar e negociar com os credores. Assim, você pode fazer uma proposta de pagamento e, se ela for aceita, começar a quitar o débito.

No entanto, uma coisa é saber que você precisará negociar com os credores. Outra é saber como fazer a negociação para ter o melhor resultado possível. Quer aprender? Então confira as dicas que separamos para você abaixo!

Saiba o montante da dívida

Sun Tzu, autor de A Arte da Guerra, escreveu que a informação é um dos principais trunfos de um estrategista. Segundo ele, “se você conhece a si mesmo e ao inimigo, não temerá o resultado de 100 batalhas”. Claro, uma negociação não é uma guerra, mas sim uma interação em que ambos querem chegar ao mesmo lugar. No entanto, ainda assim, ter informações é vital para o sucesso.

Por isso, a primeira dica antes de entrar na negociação é saber qual o montante total que você deve. Inclusive, é importante chegar na negociação sabendo o que corresponde à dívida em si e o que são juros. Assim, você saberá qual a margem de desconto possível a tentar negociar. Normalmente, os credores aliviam parte dos juros em troca de um bom acordo para o pagamento do débito.

Avalie a atual situação financeira

Escolher o momento certo para negociar uma dívida é uma boa ideia. Isso porque existem alguns momentos em que você pode ter alguma vantagem na negociação em comparação a outros.

Por exemplo, faça uma análise da sua condição financeira atual. Se você não está com problemas para pagar contas e tem todas as despesas controladas, terá mais opções para negociar. Poder assumir uma parcela um pouco maior pode gerar mais descontos e diminuir o total da dívida.

O mesmo vale para a situação macroeconômica do país. Em momentos em que o consumo está menor, as empresas precisam aumentar a fonte de renda. Assim, elas podem aceitar dar descontos maiores, por exemplo.

Isso não significa, no entanto, que você deva esperar o momento certo para negociar. O “momento certo” é o que você pode. Quanto mais esperar, maiores os juros.

Estabeleça um limite de parcela possível para pagamento

Uma das principais preocupações que você deve ter na hora da negociação é a reincidência. Ou seja: não conseguir pagar esse acordo e voltar a ficar inadimplente com o credor. Além de ser uma situação ruim no geral, é algo que dificultará uma próxima negociação.

Portanto, um cuidado que você deve ter é estabelecer um limite máximo de parcela que você pode assumir. É preferível ter a dívida por mais tempo, mas dentro da sua capacidade de pagamento, do que ter parcelas assim da sua capacidade em um período menor.

O recomendado é que nenhuma parcela de dívida, financiamento ou empréstimo ultrapasse 30% da sua renda mensal. Por exemplo, se você tiver um salário de R$ 1.500,00, então o máximo que as parcelas podem ser é de R$ 450,00. O resto iria para pagar contas e outros usos.

Se o débito era de R$ 6.700,00, por exemplo, então o mínimo que você poderia fazer seriam 15 parcelas de R$ 446,67. O máximo seriam mais parcelas por um valor menor.

Priorize as dívidas mais caras

Como explicamos acima, sempre organize sua lista de dívidas (caso você tenha mais de uma), por ordem de custo. Ou seja: as dívidas mais caras são pagas primeiro e as mais baratas depois.

No entanto, é importante entender que uma dívida mais cara não é aquela que, necessariamente, tem o maior débito, mas aquela em que você paga mais juros. Afinal, os juros são a remuneração do credor pela dívida.

Por isso, sente-se para negociar primeiro com os credores que cobram mais juros. Como não dá para pagar tudo de uma vez, o melhor a fazer é sofrer os menores juros em cima do tempo em que você ficar inadimplente.

Procure pelas condições de renegociação

Quando você já tiver uma previsão de quanto poderá pagar mensalmente e quais as primeiras dívidas a negociar, é hora de entrar em negociação. Mas como fazer isso? Não tem segredo: é só procurar pelas melhores condições de renegociação.

Existem alguns Feirões organizados frequentemente que juntam empresas e consumidores. Esse pode ser um bom lugar inicial para procurar pelo seu credor. Afinal, ele já está disposto a ceder grandes descontos ali.

Outra ótima opção é procurar por plataformas especializadas no assunto. Muitas empresas fazem parceria com credores como Havan, Banco Pan ou Santander para facilitar a negociação com os consumidores. Por meio dessas plataformas, pode ser mais fácil fechar acordo (e sem ter de esperar um feirão!).

Por fim, a terceira opção disponível é simplesmente ligar para o credor e solicitar falar com o departamento responsável pela cobrança de dívidas. É mais difícil negociar diretamente assim, mas é uma alternativa, caso você queira.

Não aceite propostas que não condizem com a situação atual

Como dissemos um pouco antes, uma preocupação que devemos ter em mente ao negociar uma dívida é conseguir dar conta do acordo. Afinal, voltar a ficar inadimplente depois de uma negociação é muito ruim.

Quando acontece uma quebra de acordo (quando você não consegue pagar contas negociadas no prazo), as consequências são bem negativas. Veja algumas delas abaixo:

A pior parte é que fica muito mais difícil renegociar a dívida com o credor depois. Afinal, é mais complicado convencê-lo de que você realmente conseguirá pagar dessa vez. No mínimo, você terá menos poder para negociar condições melhores.

Por isso, é muito importante que você não aceite propostas que não puder arcar até o fim. É claro que a nossa primeira tendência é aceitar logo o acordo para resolver a situação o mais rápido possível. No entanto, temos de pensar no longo prazo e ver se conseguimos honrar o compromisso todo.

Se você achar que não consegue dar conta da proposta feita pelo credor, apresente uma contraproposta. Veja quanto pode pagar por mês e negocie. É melhor dessa forma.

Agora que você já sabe como priorizar as dívidas e pagar contas sem dificuldade, é hora de dar o primeiro passo rumo a uma vida emDia. E nós podemos ajudar com isso, sabia?

A nossa plataforma permite que os consumidores façam negociações digitais com alguns dos seus credores. Caso a sua dívida esteja disponível para negociação na emDia, você poderá negociar o seu pagamento parcelado e com descontos de até 98%.

Caso a proposta que receber não seja a mais adequada, você poderá enviar uma contraproposta de acordo com suas condições. Tudo isso de maneira rápida e simples (não leva nem 5 minutos para consultar se há alguma dívida em seu nome na plataforma).

E aí, quer colocar a sua vida financeira emDia? Então cadastre-se na nossa plataforma e venha consultar os seus débitos!

emDia

por emDia